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Pesquisa

 

 



 

Projetos de pesquisa em andamento:

Projeto “Perfil de uma biblioteca, traços de um leitor: estudos sobre o acervo de um professor  - Victor Márcio Konder (1925-2005)

Coordenação: Profa. Maria Teresa Santos Cunha.

Período: 2011-2013

Bolsistas: Carolina Cechella Philippi / Chrystian Wilson Pereira / Mariane Martins

 

Sinopse: Este Projeto de Pesquisa tem por objetivo inventariar, higienizar, catalogar, para dar forma a uma análise, um acervo pessoal composto por um fundo documental de cerca de mil peças entre livros, revistas, catálogos além de 45 (quarenta e cinco) cadernos com manuscritos pessoais escritos entre 1962 a 1992, que pertenceram ao professor, intelectual de esquerda e político catarinense Victor Márcio Konder (1925-2005), um revolucionário letrado, segundo suas próprias palavras (2006). Este material se encontra depositado, por doação da família, na Biblioteca Universitária da Universidade do Estado de Santa Catarina/ UDESC e no Laboratório de Patrimônio Cultural do Departamento de História /FAED/UDESC, em Florianópolis/SC. Sob o prisma combinado da História Cultural (em seu âmbito se situa a História da Educação que aborda a história do livro e da leitura tanto na transmissão de conhecimentos como rastreamento de marcas de leitura presentes em sua biblioteca pessoal), da História do Tempo Presente (pelo testemunho deixado nos cadernos estudados pela via da cultura escrita) e do Patrimônio Cultural (pela análise das instâncias que o custodiam e o caracterizam como um acervo pessoal) este projeto pretende proceder uma análise do legado documental de Victor Márcio Konder como um homem de letras - tal como propõe CHARTIER (1996) por suas vinculações ao mundo da escrita e da leitura - e como intelectual tal como propõe SAID (2005) - um pensador da cultura - que, pela posse de livro e pelas anotações pessoais em cadernos escolares deixou registros sobre cenários de sua época. A investigação seria desenvolvida tendo por ponto de partida os estudos sobre sua biblioteca e de seus cadernos pessoais, que, ainda que tenham sofrido inúmeras triagens, alterações e re-alocações, anunciam marcas de seletividade e de intenção de perpetuidade. A pesquisa parte do pressuposto que salvaguardar um acervo desse porte é preservar uma memória (de leitor e de professor).

 

Projeto “Patrimônio em litígio: tensões e conflitos entre o público e o privado nos tombamentos estaduais em Santa Catarina (1983-2004)”

 

Coordenação: Profa. Janice Gonçalves.

Período: em andamento desde agosto de 2010.

Bolsistas de iniciação científica: Débora Garcia Mortimer (agosto de 2010 a março de 2011); Marina Sartori (agosto de 2010 a março de 2011); Hellen Martins Rios (março a julho de 2011); Maria Luiza Galle Lopedote (março a julho de 2011).
Voluntária:Andreya Susane Seiffert (agosto a julho de 2010)

 

Sinopse: Projeto de pesquisa que objetiva mapear tensões e conflitos gerados no tocante a ações de preservação (por meio de tombamento) realizadas pela Fundação Catarinense de Cultura, entre 1983 e 2004, que recaíram sobre bens de propriedade privada, analisando sua tipologia, suas implicações e desdobramentos.

 

 

Políticas de memória e História do Tempo Presente: a patrimonialização do sofrimento no Brasil (1980 – 2011)

Coordenação: Profa  Viviane Trindade Borges

Período: 2012-2013

Bolsista:

Sinopse: A emergência da memória como uma das preocupações políticas e culturais das sociedades contemporâneas, alargou o entendimento a respeito do que deve ser considerado patrimônio cultural. O surto memorialístico que caracteriza esse momento atual também absorveu os espaços e as experiências ligadas ao trauma e ao sofrimento, perpetuando as memórias que resistiram à dor e a opressão, conferindo novos usos ideológicos ao passado. O presente projeto intenciona mostrar que foi o diálogo entre as políticas patrimoniais e as demandas sociais ligadas aos direitos humanos e o direito à informação que permitiram a criação dos lugares de memória vinculados ao sofrimento no Brasil a partir da década de 1980. O presente estudo pretende refletir sobre a importância do patrimônio como agente, receptor e disseminador de memórias, pensando a maneira como o Estado e alguns setores da sociedade têm atuado no trabalho de patrimonialização de lugares de memória exprobrados, ligados ao sofrimento, e as razões para a constituição dos mesmos. Para isso algumas instituições foram elencadas: Museu da Loucura (MG), Museu Arthur Bispo do Rosário de Arte Contemporânea (RJ), Memorial da Resistência (SP), Centro de Documentação e Pesquisa do Hospital Colônia Sant’Ana (SC), Museu do Holocausto no Brasil (PR), pensando nestas como espaços de reflexão ligados à idéia de resistência à dor e/ou a ordem opressora. Será analisada a formalização das experiências vividas, reconfiguradas através de exposições, documentários e vídeos, bem como a constituição dos acervos disponibilizados à pesquisa, pensando nestes também como elementos de resistência ao esquecimento, considerando ainda o público visitante, a missão proposta por tais espaços e como estes foram instituídos como elementos simbólicos imbuídos de significados ligados ao patrimônio cultural, aventando o sofrimento enquanto experiência histórica responsável por incitar novos arranjos sociais.

 

 

 

Projetos de pesquisa já concluídos:

Um acervo autobiográfico: oralidade, patrimonialização e memória na Fundação Hassis

Coordenação: Profa  Viviane Trindade Borges

Período: 2012-2013

Bolsista:

Sinopse: O acervo de Hiedy Assis Corrêa, o Hassis, artista multifacetado e atuante, membro do Grupo Sul, movimento artístico e literário surgido na capital catarinense nos anos 1940 e um dos fundadores do Grupo de Artistas Plásticos de Florianópolis (GAPF), cujas obras perpassam importantes espaços da cidade como o calçadão da Praça XV, o Aeroporto Hercílio Luz e a Capela da UFSC, encontra-se depositado na casa em que o personagem viveu e trabalhou entre 1969 e 2001, localizada no Bairro de Itaguaçu, em Florianópolis, onde atualmente funciona a Fundação Hassis. Ao longo de 60 anos de trabalho artístico, Hassis preocupou-se em conservar desenhos, pinturas, fotografias, slides, livros, recortes de jornal, fitas K7 e audiovisuais, compondo um valioso e diversificado acervo. O presente projeto pretende problematizar o processo autobiográfico de Hassis, centrando-se numa pequena parte destes guardados: os slides e as entrevistas registradas em fitas K7, propondo sua análise, problematização, catalogação e digitalização.

 

Projeto “Sementes de civilização: narrativa histórica e proteção estadual de bens culturais em Santa Catarina (1974 a 2006)”

Coordenação: Profa. Janice Gonçalves.

Período: agosto de 2010 a julho de 2011.

Bolsistas de iniciação científica: Débora Garcia Mortimer (agosto de 2010 a março de 2011); Marina Sartori (agosto de 2010 a março de 2011); Hellen Martins Rios (março a julho de 2011); Maria Luiza Galle Lopedote (março a julho de 2011).
Voluntária: Andreya Susane Seiffert (agosto a julho de 2010).

 

Projeto “Nomes para o serviço: a atuação do SPHAN em Santa Catarina e o papel dos historiadores locais (1938-1974)”

Coordenação: Profa. Janice Gonçalves.

Período: agosto de 2008 a julho de 2010.

Bolsistas de iniciação científica: Gabriela de Oliveira Ribeiro (agosto de 2008 a março de 2009); Débora Garcia Mortimer (de abril de 2009 a julho de 2010).

 

Projeto “Arquivos e ‘valor histórico”: a avaliação de documentos públicos em SC”

Coordenação: Profa. Janice Gonçalves.

Período: agosto de 2006 a julho de 2008.



Projeto “Saberes impressos”

Coordenação: Profa. Maria Teresa Santos Cunha

 

Projeto “Tenha modos! Educação e sociabilidades em manuais de civilidade e etiqueta (1900-1980)

Coordenação: Profa. Maria Teresa Santos Cunha

 

 

 

Página atualizada
em 24/out/2012


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