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Para saber mais sobre o patrimônio cultural:

Cartas de preservação (ou patrimoniais) - excertos

 

 


Há limites para as ações de preservação?

 

1933:

Os bens devem ser salvaguardados quando isso "não acarreta o sacrifício de populações mantidas em condições insalubres. — Um culto estrito do passado não pode levar a desconhecer as regras da justiça social. Espíritos mais ciosos do estetismo do que da solidariedade militam a favor da conservação de certos velhos bairros pitorescos, sem se preocupar com a miséria, a promiscuidade e a doença que eles abrigam. É assumir uma grave responsabilidade. O problema deve ser estudado e pode às vezes ser resolvido por uma solução engenhosa; mas, em nenhum caso, o culto do pitoresco e da história deve ter primazia sobre a salubridade da moradia da qual dependem tão estreitamente o bem-estar e a saúde moral do indivíduo."

(Carta de Atenas, Congresso Internacional de Arquitetura Moderna, versão de Le Corbusier, Atenas, novembro de 1933)

 

 Fonte: IPHAN. Cartas patrimoniais. Rio de Janeiro: 1995. (Caderno de Documentos, 3)

 

 

Página originalmente concebida como suporte às aulas da disciplina de “História e Patrimônio Cultural”, na Graduação em História  da UDESC (2003/I);
Responsável pela elaboração:
Janice Gonçalves

 

 

Página atualizada
em 26 fev.2011

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